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Há muitos anos os animais eram vistos, pela lei, como bens materiais, e deveriam ser repartidos como tal, ficando o cachorro ou gato, ou outro animal para um dono cuidar e pronto!

Uma separação nunca é fácil, decidir o que fazer com os bens materiais, com os filhos, e também com os animais, pode ser algo bastante estressante e cansativo.

Um animal em uma família é muitas vezes visto como um filho.  A dedicação dos donos, os cuidados oferecidos, o carinho e amor! E não só isso, um animal gera gastos mensais, com veterinário, alimentação, medicações, dentre outros gastos.

Homens e mulheres se dedicam aos seus pets muitas vezes por igual, os amam, sentem falta, passeiam, levam no veterinário, e cuidam. Os animais por sua vez, escolhem um dono, e se apegam mais a ele, deixando essa separação ainda mais complicada.

A justiça entendendo essa nova dinâmica familiar, começou a analisar os casos dos divórcios, onde existiam animais, de outra maneira, casos estes cada dia mais frequentes.

Não era mais viável decidir de forma tão prática essa separação, como: cada um para um lado, e animais responsável por um só do casal.

Juízes passaram então a aceitar a forma de guarda compartilhada para os pets, onde os animais poderão ser cuidados pelos dois, inclusive pode-se aceitar que os animais passem dias com uma pessoa e dias com a outra pessoa do casal.

Como ainda não existe lei para isso, os casos de partilha de animais estão sendo tratados na Vara da Justiça caso a caso, e pode ser resolvida nessa decisão quem ficará com a guarda do animal, se haverá partilha também dos gatos, dentre outros assuntos.